Depoimentos

 

 

APM do Colégio Liceu Pasteur

08/11/2017

A palestra ontem foi um sucesso ! A Alessandra fez um show e os pais adoraram. Parabéns!

Paula

 

Kampus School

07/11/2017

A palestra foi sensacional, como todas que já assisti dela.

Superou a expectativa da equipe e dos alunos.

Parabéns mais uma vez e até semana que vem!!!”

Fernanda

 

Colégio Maria Imaculada

01/11/2017

Maravilhas, Louvado seja Deus. Os alunos se envolveram muito, saíram muito felizes com muitas perguntas, e a Alessandra é um presente de Deus. Muito Obrigada.

Ir. Carmen

 

Colégio Humboldt

31/10/2017

Bom dia Silvia,

Mais uma vez a participação da Alessandra foi muito boa!

Tem sido uma satisfação poder contar com vocês nesse trabalho de educação digital.

Obrigada.

Abraço,

Karin

 

Colégio Humboldt

27.10.17

A palestra foi excelente, e os pais saíram muito mobilizados e interessados em compartilhar esses conhecimentos com os demais ausentes.

A Alessandra esta de parabéns!

Karin Kenzler

 

Colégio Uirapuru

23.10.17

A palestra foi excelente. Todos gostaram muito.

Um abraço.

Maura

 

Colégio Notre Dame Sumaré

06/10/2017

A palestra foi ótima!

Obrigada pela parceria.

Cecilia

 

Colégio BIS

14/08/17

Tanto a direção e coordenação pedagógica quanto os alunos ficaram muito satisfeitos com a palestra. Realmente a Dra. Alessandra é muito preparada e sabe lidar com a faixa etária em questão.
Foi um dia de muita reflexão e aprendizado.
A.P.

 

Marileia Pedone

Sem data

A palestra da Dra. Alessandra Borelli foi muito esclarecedora. Nós, pais, precisamos estar sempre muito atentos para estas questões de cidadania, ética e segurança digitais. Além das orientações sobre como devemos ensinar nosso filhos a se comportar nas redes sociais, me fez pensar nas pequenas “trapaças” que às vezes permitimos que eles façam, como burlar a idade mínima para usar certos aplicativos e redes sociais. Parece inofensivo, mas estamos permitindo que eles se exponham aos perigos da internet. Sem falar que, com esta atitude, estamos autorizando-os a infringirem as leis que regem o nosso país e não é este o exemplo que deveríamos dar. Me fez refletir!
Meus agradecimentos à Dra. Alessandra e à escola, que nos proporcionou este encontro.

 

Anônimo

Sem data

“Eu e meus amigos fizemos uma festa para comemorar nossa formatura. Um dos participantes ficou com a câmera e ele gravou todo mundo. Ele colocou o vídeo no YouTube depois, e ai começou a pior fase da minha vida. Eu tinha bebido nessa festa e eu estava ficando com um garoto. No vídeo apareceu nós dois na parede e todo mundo comentou sobre isso. Tive que pedir para ele retirar o vídeo do ar, de tantos comentários ofensivos que eu recebi. ”

 

Anônimo

sem data

“Eu estava em um desses sites de relacionamento quando me conectei com um cara muito bonito. Nós conversamos por um tempo e ele me mandava muitas fotos. Eu achei que era muito bom para ser verdade (o cara parecia um modelo!) e procurei as fotos do perfil dele no Google. Existiam vários perfis com a sua foto, então não dava para saber se ele era original ou não. Então pesquisei as fotos que ele me mandou por mensagem e acabei achando todas as fotos em um mesmo site. Não foi nem tão difícil de achar! Então eu fui conversar com o verdadeiro cara das fotos e ele ficou bem assustado com a história toda.”

 

Anônimo

sem data

“Eu conheci um cara online, nós namoramos por mais de dois anos. Eu conheci seus pais, dormi em sua casa, conheci seus amigos, estávamos ate usando aliança, e de repente ele desapareceu. Como o nosso relacionamento começou pela internet, eu resolvi pagar por um serviço que procura informações das pessoas online. Acabei descobrindo umas coisas não muito legais: ele tinha 35 anos (não 25 como havia me dito), era casado e tinha três filhos!”

 

Anônimo

sem data

“Um dia, meus amigos me marcaram em um comentário de uma foto. A foto era minha, do meu quarto, das minhas coisas mas, eu não postei aquela foto naquele perfil e aquele não era meu perfil. Existia alguém por ai que estava se passando por mim e tinha mais de 30 mil seguidores! Tentei denunciar a conta, pedi para alguns amigos também fazerem o mesmo, mas ela não saía do ar. Após algum tempo, um dos seguidores dessa conta fake achou a minha conta e falou para a dona da mesma. Ela pediu para seus seguidores denunciarem meu perfil, que acabou sendo excluído pela rede social. Fiz de minha missão pessoal achar essa menina ou menino e fazer com que ela excluísse a sua conta. Acabei a achando, contatei sua mãe, que me xingou e disse que eu estava louca. Minha mãe, revoltada, ligou de novo e exigiu que ela entrasse na conta social da filha. Não sei bem o que aconteceu, mas a garota excluiu a conta e nunca mais ouvi falar dela.”

 

Anônimo

sem data

“Eu sempre desabafei nas redes sociais. Um dia, tirei uma nota ruim em uma prova e fui logo para o Twitter xingar o professor. Acontece que o representante de sala me seguia na rede social, ficou indignado com o que postei e mostrou para a coordenadora. Acabou que foi feita uma reunião entre eu, o professor, meus pais e a direção do colégio. Tive que ler meus tweets (além dos que ofendiam o professor, tinham alguns que eu reclamava dos meus pais também) na frente de todos. Peguei suspensão, castigo e tive que começar todas as minhas redes sociais do zero, com a condição de que tudo que eu posto seja monitorado pelos meus pais. Nunca mais desabafei meus problemas lá.”

 

Anônimo

sem data

“Quando eu tinha 13 anos e o MSN ainda era usado, coloquei uma foto no perfil que mostrava um pouco de decote. Alguns dias depois, um garoto da minha sala que era obcecado por mim tirou print dessa foto, deu zoom nos meus seios e mandou por mensagem de texto (ainda não existia WhatsApp ou algo do gênero nessa época) para todos os garotos da sala. Uma amiga minha ficou sabendo e contou pra mim. Fiquei muito brava, briguei com o garoto na frente de todos e comecei a chorar de raiva. Ele me pediu desculpas, mas o estrago já havia sido feito. A minha foto estava no celular de todo mundo!!!“

 

E eles dizem nas palestras (crianças e adolescentes):

Sem data

Muito mais fácil dizer o que penso através das redes sociais

Já senti vontade de mudar de escola por causa de um post ou comentário numa rede social

Já tive vontade de morrer por me sentir excluído(a) ou humilhado(a) nas redes sociais

Quanto mais amigos, melhor. A maioria dos meus amigos virtuais não conheço pessoalmente

Já me marcaram em fotos nas redes sociais que jamais mostraria a alguém

Já recebi convite(s) de amigos virtuais para encontros presenciais

Já me pediram para tirar a roupa para a webcam

Já fiquei com amigos(as) que conheci nas redes sociais

O anonimato na rede me ajuda a dizer qualquer coisa que penso, inclusive  sobre alguém

Já deixei de ir a escola ou uma festa por estar sofrendo cyberbullying

Uso a configuração de privacidade das redes sociais para que somente meus amigos tenham acesso ao meu perfil

Não consigo ficar mais do que 24hs desconectada

Fico ansiosa para chegar logo em casa para entrar na internet

Tento mas não consigo diminuir meu tempo na internet

Já deixei de sair algumas vezes para ficar na internet

Sempre me disperso no meio dos estudos acessando as redes sociais

Fico muito irritado(a) quando estou navegando na internet e alguém me interrompe

Olhar meu celular, mensagens e posts nas redes sociais são as primeiras coisas que faço ao acordar

Já senti vergonha de dizer quanto tempo fico ou fiquei na internet

Me irrito quando perguntam o que estou fazendo na internet

Uso o celular escondida(o) durante as aulas

Faço de tudo para que meus posts nas redes sociais sejam muito curtidos

Mostrar meu corpo nas redes sociais me faz sentir mais segura e bonita

 

Anônimo

sem data

“Meu pai me deu de aniversário uma pulseira de ouro com meu nome, e eu achando muito linda, tirei uma foto com ela e postei no Facebook. No dia seguinte, eu estava saindo da escola, quando me pararam na rua e anunciaram um assalto. O assaltante falou: passa o celular, sua bolsa e sua pulseira!. Acabei entregando e no dia seguinte uma garota da escola, que tinha o mesmo nome que eu, estava usando uma pulseira idêntica a minha. Ela era de outra sala e nem falava comigo, mas estava nos meus contatos do Facebook. Deu inclusive um like na foto. Seria só coincidência ela aparecer com uma pulseira idêntica a minha? É, acho que não né?!”

 

Anônimo

sem data

“Eu jogava toda a noite com uns amigos. Um dia eu conheci uma garota no jogo e me interessei em saber mais sobre ela. Peguei o WhatsApp dela e mandava mensagens todos os dias. Isso durou mais ou menos 2 meses. Eu me apaixonei por ela. Ai um dia pedi pra ela me passar o Skype dela, assim poderia ouvir a sua voz e ligar a webcam. No inicio ela não quis me passar o nick do Skype. Tive que insistir muito para conseguir. E tive uma surpresa horrível. Ela na verdade era um homem. Ele riu de mim. Pegou o celular e começou a ler as nossas conversas em voz alta no Skype. Morri de vergonha quando ele começou a falar: “ nossa você é tão linda. Eu beijaria você por horas.” As fotos eram falsas, o perfil era falso e ele só fazia isso pra ganhar itens dos homens que jogavam aquilo. Foi uma decepção bem grande.”

 

 


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