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Configuração Segura

Redes Sociais

Redes Sociais, que fantástica evolução da tecnologia! Por meio destes excelentes canais otimizamos nossa comunicação, divulgamos nosso trabalho, compartilhamos e acessamos notícias, reencontramos amigos de longa data, fazemos novas amizades e melhor, sem qualquer limite espacial ou temporal. Quantos amigos da sua rede social online você conhece offline? Tem idéia de quantas pessoas no mundo conhecem seus gostos e preferências? Sabia que assaltantes e sequestradores também podem ter acesso à internet? Tem ideia do quão relevante pode ser para algumas pessoas saber que trocou de carro ou que comprou aquela linda casa de praia? E que as empresas vêm usando, nos processos de recrutamento e seleção, as redes socais para análise comportamental dos candidatos? A privacidade, a honra e a dignidade da pessoa humana, direitos constitucionais, andam de mãos dadas, ou seja, é particular, é pessoal e adquirida pelo ser humano tão logo ocorre o seu nascimento e mantê-las integras e invioláveis é indispensável para o desenvolvimento e boa convivência da sociedade.

Regulamentos Internos

Quanto mais transparentes e objetivas as regras de uma instituição de ensino maiores as chances dos objetivos pedagógicos serem alcançados e menores os riscos do individual comprometer o coletivo. As regras devem ser conhecidas e aplicáveis a todos: pais, professores, alunos e demais funcionários da escola e a forma de abordagem deve ser adequada a cada um destes grupos de forma especial. Por exemplo, no Contrato de Prestação de Serviços firmado com os pais deve contemplar todas as regras sobre o uso de dispositivos móveis na escola. Um código de conduta para os alunos, deixando claras as regras sobre o uso do celular em sala de aula e do WiFi da escola funcionam muito bem. E por que não construírem juntos os 10 mandamentos sobre o comportamento nas redes sociais? As regras sobre ser amigo de um aluno nas redes sociais estão bem definidas? É fundamental que a escola tenha definida sua filosofia e proposta pedagógica para que os pais também tenham clareza sobre a escola que querem para seus filhos.

Pró Educação

Tecnologia

Estamos vivendo um processo de transformação no cenário educacional, de abrangência e amplitudes ainda desconhecidas. Aos poucos, políticas públicas de todo mundo vem buscando definir melhor a necessidade de alguns ajustes na grade regular. E neste processo de transformação temos visto de tudo, escolas usando demais e escolas usando de menos a tecnologia da informação e comunicação. Como para tudo na vida, a dose é a solução e ignorar os benefícios da tecnologia para o processo de aprendizagem seria um grande desperdício. Se hoje a multimídia nos permite experimentar, sentir e “vivenciar” sobre o que estamos falando, por que nos limitarmos aos tradicionais livros didáticos? O professor continua sendo o detentor do saber e o mentor de seus alunos. Hoje, alunos e professores são parceiros, o aluno pode muitas vezes trazer a informação, mas somente adquire o conhecimento com a ajuda de seu professor. O uso de tecnologias não substitui, mas complementa e agrega novas possibilidades. Educação digital é saber como e quando usar e não usar a tecnologia.

Pais conectados

As famílias estão inseguras! Como contribuir para o processo de educação e formação dos filhos digitais quando estes pais sempre foram e continuam sendo analógicos? A quem cabe o que na educação digital dos jovens? A transmissão de valores sempre foi papel da família e a escola cabia a responsabilidade por compartilhar conhecimento. E agora, quando um aluno ofende um colega em uma rede social, quem resolve? A escola, que deve contribuir para o exercício da cidadania de seus alunos, hoje também responsável pela transmissão de valores ou os pais, a quem compete dirigir a criação e educação de seus filhos? E quando esta ofensa vai parar nos tribunais? Infelizmente, muitos pais sequer imaginam os riscos a que eles e seus filhos estão sujeitos quando não utilizada a tecnologia de forma adequada. Pais e escola precisam falar a mesma linguagem e aceitar que sozinhos podem muito menos. Os papéis devem se complementar.

Dependência digital

O que significa depender de algo? A ideia de dependência está associada a “não conseguir viver sem”, dependemos das coisas sem as quais, tudo parece perder o sentido. É fácil compreender este conceito, quando pensamos nos recursos naturais como a água e os alimentos dos quais dependemos, e sem os quais não podemos sequer sobreviver. A sociedade contemporânea, no entanto cria novos contextos e novas formas de dependência. Uma delas é a dependência digital. Já saiu de casa algum dia, e esqueceu o celular? Já ficou sem bateria nos seus dispositivos, e sem um carregador por perto? Já foi viajar para algum lugar onde não havia rede wi-fi e muito menos sinal de celular? Se você já passou por algumas dessas situações, provavelmente já experimentou alguns dos sintomas da dependência digital. Sua manifestação mais simples é justamente esta sensação incomoda de não ter seus dispositivos e suas possibilidades a disposição, mas em sua forma mais intensa, a dependência digital, pode levar as pessoas a uma sensação de angústia e desespero extrema, ao ponto de pensar que, como em qualquer dependência, é impossível de se lidar com a ausência. Nos dias de hoje, crianças e adolescentes fazem dos meios digitais seus principais canais de comunicação e entretenimento. É preciso equilíbrio! O problema não é a tecnologia e sim a forma como se usa!

Cyberbullying

Mas por que falar sobre o cyberbullying em casa e na escola é fundamental? Muitos comentam que o bullying sempre existiu e nem havia tanta polêmica sobre este assunto. O que difere do cyberbullying? As principais diferenças consistem no fato do agressor, muitas vezes se esconder atrás de um pseudo anonimato, que ele pensa existir na internet (dizemos pensa simplesmente porque tudo que se faz na internet deixa rastros, ainda que usados perfis falsos). Outra importante diferença entre o bullying docyberbullying é o fato de que uma ofensa realizada por meio de uma rede social, por exemplo, atinge em poucos segundos um número inesgotável de pessoas, fazendo com que a vitima seja ainda mais exposta e humilhada. Nossos jovens precisam compreender que, antes de exercerem o direito de expressar-se é preciso estar bem consciente sobre os deveres e limites desta liberdade. Precisamos ensiná-los a refletir previamente sobre os impactos que seus comentários surtirão, principalmente quando realizados na internet, cuja informação ou comentário consegue chegar ao conhecimento do mundo todo em pouquíssimo tempo. Eis um tema que merece especial atenção e espaço na pauta do dialogo de casa e na sala de aula. É fundamental que o problema seja diagnosticado o quanto antes para que todas as medidas necessárias para cessar as agressões e o sofrimento da vitima sejam rapidamente adotadas.

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